quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Hastag: Duas décadas

Atenção queridos leitores, os de carteirinha, que por alguma razão visitam, propositalmente, o meu blog. Comecei o ano ouvindo a palavra proparoxítona em legendas do facebook e acabei descobrindo que quer dizer "raro" no contexto impregnado. É, a vida é feita de descobertas.

Um dos textos mais lidos do blog se chama 14 de novembro, conscidentemente a data do meu aniversário, bom, falta pouco se puderem perceber. Pouco para os meus 20 anos, pouco pra mais um passo, pouco para uma nova jornada...quero compartilhar com vocês alguns dos meus sentimentos iminentes de um ser que vive a quase duas décadas. Acho que tenho algumas coisas a dizer, acho que vocês vão gostar de ouvir.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Aos Leitores

Querido leitores, ou quase já que como percebi o acesso a página tem sido escasso, bem a deixei um pouco de lado, na verdade deixei muita coisa de lado. Como sempre ouso dizer: A vida é difícil. E essa não é nenhum tipo de frase pessimista que uso pra aceitar as falhas do caminho é só para que eu possa encara-las de frente.

Sim, tenho passado por alguns complexos maiores dos que já vinha enfrentando antes, é, eu sou um ser naturalmente complexo e talvez essa sim seja uma frase pessimista.

Tenho postado pouco, tenho escrito pouco também, tenho lido pouco, estudado pouco. Mas que merda eu tenho feito então? Acreditem ou não me pergunto todos os dias e ainda não tive coragem de sair da minha zona de conforto insuportavelmente estagnada. Já chega né?

Ok eu sei e garanto, vou mudar. A coragem é mais precisa do que imaginamos, até mesmo para os pequenos acontecimentos.

Bom não sei como encerrar, peço apenas que me desejem coragem!

terça-feira, 18 de julho de 2017

VLOG



Revelando o meu Eu

Tarde demais eu diria, sim é tarde, não chove e nem faz sol, e este mormaço me sufoca.
Mil vezes nada, porque a pesar da mais alta quantia todo número elevado a zero é sempre zero.

E não resta nada, nem defesa nem argumentos, quem vai entende-los, você? Você, amigo que não conheço mil máscaras de abismo. Eu desisto. E es aqui  minha confissão pública. Dane-se os outros, dane-se você.

Jamais, sei que jamais poderei te ouvir e eu preciso de mais. Poque tudo isso agora nada mais é do que o peso da culpa, da dor e da mágoa o peso da existência ou ainda pior o peso da consciência da minha existência e não sei viver em mim.

Não sei acordar todos os dias sufocada, não sei caminhar de cabeça baixa, não sei servir aos que me machucam, não sei viver sob minha pele, se soubesse não doeria tanto.

Maldita sejam as palavras não ditas e os sentimentos mal interpretados, vou falar agora antes que a dor me parta.

Sou eu esse ser indomável, indecifrável, angustiado, esse ser que não se aguenta e ao mesmo tempo acredita se amar, um ser sem risos e sem palavras um ser sem máscaras e a mais bela atriz ocultada por todas elas, esse ser sem destino e com uma série de vazios somados em tão pouca idade, esse ser que você tão bem conhece, indeciso, bipolar, sensível, dramático, melancólico esse ser que não serve pra você e ao mesmo tempo não quer te deixar, esse ser que ao desabrochar agora não é leve como uma flor mas como um espinho, brotando, rasgando a pele, exigindo espaços, sangrando.

Desculpa, pois não mais pedirei desculpas e não mais serei eu. Pois o que brota me exige atenção e se virar as costas agora morreremos nós duas, a incrível fatalidade do ser comum querendo ser especial.
A incrível dor da crise existencial e da mágoa  estagnada, do vento que não mais sopra, mas quando o vento para a chuva cai. Caem-se os muros e as vendas.

domingo, 9 de julho de 2017

POLUIÇÃO SONORA!!

PELO AMOR DE DEUS CALEM ESSA BOCAAA! E MAIS UM FAVOR, DESLIGUEM A DROGA DO RÁDIO.

NÃO DÁ, TA LEGAL? NÃO DÁ. MEU DEUS, SÃO TANTOS, TANTAS VOZES, TANTOS SONS, QUASE INAUDÍVEIS EM SEUS  ESCÂNDALOS. EU TAMBÉM PODERIA GRITAR E NOSSA EU GRITARIA MUUUUUUUUITO. COMEÇARIA POR DIZER:

MAS QUE DROGA!! ENTÃO AGORA EU SOU OBRIGADA A OUVIR TODA ESSA PARAFERNALHA TODAS ESSAS PARAFERNALHAS AO MESMO TEMPO? MAS QUE GRANDISSISSIMA MERDA NQUANTO OS SEUS MALDITOS "RUÍDOS" PREJUDICAM SEUS OUVIDOS EU NÃO CONSIGO OUVIR MEUS PENSAMENTOS.
 BRECHT TEM ALGO A ME DIZER E CERTAMENTE MEU PROFESSOR DE LITERATURA FICARÁ INTERESSADO EM SABER O QUANTO EU PRESTEI ATENÇÃO, MAS A MALDITA DISPUTA DE QUEM GRITA MAIS NESSES PAREDÕES, NESSAS MOTOS COM DESCARGA FURADAS, NESSES GUINCHOES E FURADEIRAS, NÃO ME DEIXAM MEEEEEERDA!!!

VOCÊS POR UM ACASO SABIAM QUE A DROGA DA POLUIÇÃO SONORA PODE DEIXAR UM SER HUMANO SUPER ESTRESSADO? NÃO SABIAM, NÉ? CERTAMENTE NÃO OUVIRAM. MAIS UM VIVA A NOSSA SOCIEDADE ENTÃO, SE A EDUCAÇÃO NOS FOSSE MAIS PRIVILEGIADO ENTÃO MAIS EDUCADAMENTE EU DIRIA: FAÇAM SILÊNCIO,SILÊncio, SILêncio, silêncio, silêncio,silêncio.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Ficção

Essa é uma história fictícia, mas poderia ser real, quem sabe o seja? Quem sabe não seja história.
É sobre um daqueles homens que, talvez nem tenham existido, morreram pela incapacidade de comunicação letal.
É necessário saber dizer, é necessário saber fazer e mesmo agora é necessário saber contar. Sem esquecer das malditas letras maiúsculas quando preciso, sem esquecer das virgulas e das pausas, dolorosas pausas, sem elas não há sentido, e es aí o motivo da morte: A falta de sentido para o orador que sem ver motivos ou sem conseguir expô-los se deixa morrer.
Como posso prosseguir essa tragédia se tudo se faz pela escassez das palavras e dos sentidos, mas eu vejo tantos e tenho tanto a dizer, talvez se a primeira coisa certa a dizer fosse dita, todo o resto viria como represa rompida, e eu poderia cancelar minha sentença e o farei.
Ele andava pelas floresta na madrugada fria e sorria a qualquer sinal de chuva, seu ser melancólico tendenciava aos momentos de nostalgia e em momentos de angústia orava a Deus para que ele se apiedasse de sua mágoa. Havia um caçador naquela noite uma espécie diferente de caçador, apontava sua arma para ele e cobrava explicações para tal passeio aquela hora da noite. Mas o que ele diria, que gostava da noite e do frio? Achou a explicação muito vaga e o último som que ouviu foi o da chuva crescente alastrando o sangue pela terra fofa.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Happy Brithey, too You

                                                                      Obs: Espero que tenha mais paciência do que o Paciência                                                                                                                            que vos entrega, esse nem tão pequeno, texto



Tá legal, apesar do titulo tão sugestivo preciso dizer de ante mão que não pretendo ser direta. A subjetividade faz parte da poética. E um ser lírico é lírico em todas as estações. 

Poderia contar uma história e confesso que pensei nisso, mas  há pouca criatividade nas histórias reflexivas. Claro, não vamos generalizar. Então imaginei a reflexão sem história. Dura e direta, acho que me contradisse, mas não faz mal, pois  como já dizia Antonio Brasileiro "A verdade é uma só: São muitas".

É claro que também desejo a você todos os "clichês" já ditos no dia de hoje. Todos os anos de vida, lembrando que hoje você tem menos um na terra,toda felicidade e amor, que claro não vão cair do céu, toda a paz, não esquecendo que o inverso das coisas são tão persistentes pois  guerra é paz em algumas "aldeias'',toda a sabedoria que só o tempo te trará e no entanto no ápice do nosso saber quando as coisas poderiam ser mais fáceis, morremos.

] Mas, que graça teria se as coisas fossem fáceis? Conhecimento é dor, então talvez a ignorância, não em demasia obviamente, nos livre um pouco do sofrer.

E para os que veem, o sol sempre voltará amanhã, como também a chuva de vida que cai sobre nós, então diante disso tudo, melhor viver meu bem, pois há um lugar onde o sol brilha pra você, chorar, sorrir também e depois dançar, porque sempre podemos tentar outra vez. 


                                                    Parabéns, Mateus

referencias:
Quem acredita sempre alcança- Renato Russo
Trem Bala- Ana Vilela
Felicidade-Marcelo Jeneci